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Celer tem valor reduzido novamente este mês de julho

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CésarMac


Motor Acteco 1.1
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Hoje, 05/07, observei que a chery reduziu o preço do Celer em R$2000,00 tanto para o hatch como para o Sedan. Quem não tiver paciência pra esperar o modelo novo é uma boa oportunidade. Estou com meu sedan a 9 meses e é só alegria. cheers

Gabriel Gabi


Motor Acteco 0.8
Motor Acteco 0.8
Reduziu para qual valor?

Myll2013

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Motor Acteco 2.0
Motor Acteco 2.0
Atualmente não sei o valor exato do Celer nas revendas, mas pelo jeito, estão querendo mesmo acabar com os estoques para a chegada do novo modelo 2015 (será?). Mas o modelo atual é bonito também, exteriormente falando, está vendendo bem, apenas alguns problemas aparecendo agora, mas tudo se resolvendo sem maiores dores de cabeça. Ah eu com grana e disponibilidade de trocar de carro, mas somente em 2016 ¬¬

CésarMac


Motor Acteco 1.1
Motor Acteco 1.1
Ví a pergunta de Gabriel Gabi a respeito do preço do celer e fiquei sem entender por que ele não verificou o devido preço na home da Chery? Pra minha surpresa os valores que estavam R$33,990(hatch) e R$34,990(sedan) hoje às 09:30h da manhã retornaram para R$35,990(hatch) e R$36,990(sedan). Eu passei até um e-mail para um amigo falando sobre a redução de preço do celer e o preço do QQ que tambem está R$2000 mais barato. Todos os demais carros permanecem com o mesmo preço que ví pela manhâ. Da próxima vez vou fazer uma cópia da página pra não ficar com cara de tonto. crazy

CésarMac


Motor Acteco 1.1
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Galera,
        O preço do Celer caiu de novo. Aproveitem, pois eu acho que a promoção deve ser somente pelo período da manhã,kkkkkk. Desta vez fiz uma cópia da promoção.
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Gabriel Gabi


Motor Acteco 0.8
Motor Acteco 0.8
Cesar, a resposta é extremamente simples. Acesso o site da Chery pelo celular e, por aqui, e nunca vi que tinham os preços e continuo sem conseguir visualizá-los. E olha que eu já revirei aquele site...
De qualquer maneira, ponto negativo para os desenvolvedores do site (ou para os do S.O. de meu celular, não sei). Obrigado por responder.
Ah! Aqui em BH o valor praticado para o Celer não é 35.990 há tempos!

CésarMac


Motor Acteco 1.1
Motor Acteco 1.1
Sorte sua Gabriel que você mora em BH. Aqui na Bahia eles sempre mantiveram o preço de lançamento mesmo nas promoções. Quando adquiri o meu Celer Sedan com o bônus de R$6000,00 por R$30990,00 em setembro passado, eu ví outro vendedor fechando uma venda de um sedan branco sem o bônus de R$6000,00 pra um cliente desavisado. Tive que ficar calado , pois estava negociando uma troca e o gerente da loja já estava retado com a minha cara por eu ter levado a promoção do bônus impresso numa folha de papel. Eles não tiveram como me surrupiar. Há, eles ainda queriam me cobrar R$1000,00 reais de frete.

CésarMac


Motor Acteco 1.1
Motor Acteco 1.1
As vendas do Celer em 2014 está crescendo igual a rabo de cavalo. Esta redução de preço do Celer veio em boa hora.

fedr


Motor Acteco 0.8
Motor Acteco 0.8
Na Web motors tem Celer por R$ 32.990,00 13/14

10 Sobe e desce do preço do Celer em Ter Jul 08, 2014 3:23 pm

CésarMac


Motor Acteco 1.1
Motor Acteco 1.1
Prezados, Achei uma matéria de 2012 que fala sobre a margem de lucro absurdo das montadoras no Brasil. Claro que isso não é novidade pra ninguém, porem agora ficou claro pra mim porque a Chery é tão instável nos seus preços mesmo tendo uma resposta positiva quando há uma redução dos mesmos. Alem da pressão das outras montadoras e da sua marionete, o governo, ela  ainda tem que lutar contra a ganância das próprias concessionárias que pressionam também por um valor sugerido bem acima do proposto pela montadora. Os Veículos da Chery podem não ser os melhores do mundo, mas eles são tão bons como a maioria dos nacionais, com vantagens e desvantagens similares. Temos que apoiar empresas como a Chery, pois muitos carros nacionais nas versões básicas estão bem mais equipados atualmente graças a estas montadoras chinesas.  Veja o texto abaixo na íntegra:

Joel Leite: Margem de lucro das montadoras no Brasil 3 vezes maior que nos EUA
publicado em 14 de dezembro de 2012 às 13:10
14/12/2012 – 03h30

Tendências/Debates: O “lucro Brasil” das montadoras
JOEL SILVEIRA LEITE, na Folha

Os dirigentes das montadoras disseminam há décadas a tese de que a causa do alto preço do carro no Brasil é o imposto. O mantra pegou e é quase senso comum que a carga tributária é que faz o brasileiro pagar o carro mais caro do mundo.
Outro fator que costuma ser citado é o custo Brasil, um conjunto de dificuldades estruturais e burocráticas, destacando-se a falta de qualificação profissional e uma estrutura logística cara, insuficiente e arcaica.

As enormes dificuldades que o empresário enfrenta para produzir no Brasil explicam, em parte, o alto preço praticado –não apenas do carro, mas de em qualquer produto.
Mas impostos nem o custo Brasil justificam os US$ 37.636 que o brasileiro para por um Corolla, enquanto o seu colega americano paga US$ 15.450. Na Argentina, país mais próximo tanto geograficamente quanto em relação às dificuldades e problemas, o Corolla também custa mais barato: US$ 21.658.

No Paraguai, o consumidor paga pelo Kia Soul US$ 18 mil, metade do preço no Brasil. Ambos vêm da Coreia. Não há imposto que justifique tamanha diferença. O Volkswagen Jetta custa R$ 65 mil no Brasil, menos de R$ 40 mil no México e R$ 30 mil nos EUA –a propaganda do carro, aliás, tem como protagonista não um executivo, mas um… universitário sofrido.



Há vários outros exemplos. Cito mais um: o Hyundai ix35 é vendido na Argentina por R$ 56 mil. O consumidor brasileiro paga R$ 88 mil.
Se o custo Brasil fosse um fardo pesado nas costas do empresariado, seria impraticável a redução da margem operacional. A crise de 2008 revelou, porém, que havia gordura pra queimar: os preços despencaram.

O índice AutoInforme/Molicar indicou queda média de preço de 10,1% desde a crise de 2008. Carros de algumas marcas tiveram queda de preço de 20%. Não se tem notícia de que essas empresas tenham entrado em colapso por causa disso.

O Hyundai Azera, que era vendido por R$ 100 mil, passou a custar R$ 80 mil após a crise de 2008. Descontos de R$ 5.000, até R$ 10.000, foram comuns no auge da crise, revelando a enorme margem com que algumas montadoras trabalham: em 2010 a GM vendeu um lote do Corsa Classic com desconto de 35% para uma locadora paulista, conforme um ex-executivo da própria locadora.

A chegada dos chineses desvendou o mistério. Equipados e baratos, ameaçaram as marcas tradicionais.

O QQ, da Chery, chegou recheado de equipamentos, alguns inexistentes mesmo em carros de categoria superior, como airbags, freio ABS, sistema de som e sensor de estacionamento. Preço: R$ 22.990. Mas daria pra vender por R$ 19,9 mil, segundo uma fonte da importadora, não fosse a pressão dos concessionários por uma margem maior.

Em março de 2011, a também chinesa JAC Motors começou a vender no Brasil o J3 por R$ 37,9 mil. Reação imediata: a Ford reposicionou o Fiesta hatch, passou a vender o carro pelos mesmos R$ 37,9 mil e instalou nele alguns dos equipamentos que o chinês trazia de série, mas apenas em São Paulo, Rio e Brasília –onde o J3 ameaçava o concorrente.

Mesmo assim, as montadoras instaladas no Brasil se sentiram ameaçadas e, argumentando a defesa do emprego na indústria nacional, pediram socorro ao governo, sendo prontamente atendidas: medida editada em setembro de 2011 impôs super IPI às empresas que não têm fábrica no país. Pela primeira vez, a Anfavea (associação das montadoras), cujos associados não foram atingidos pelo imposto extra, não se rebelou contra nova carga tributária.
A maioria das importadoras absorveu parte dos impostos adicionais e praticou um aumento inferior ao que seria necessário para manter a margem de lucro, indicando que havia muita gordura.

A grande diferença de preço do carro vendido no Brasil em relação a outros países chamou a atenção do Senado. A pedido da senadora Ana Amélia (PP-RS), a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado convocou audiência pública para “discutir e esclarecer as razões para os altos preços dos veículos automotores no país e discutir medidas para a solução do problema”.

Realizada na semana passada, com a presença de representantes do Ministério da Fazenda, do Ministério do Desenvolvimento, do Ministério Público Federal, do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores) e deste jornalista. Lamentada ausência da Anfavea, a audiência revelou (por um estudo apresentado pelo Sindipeças) que a margem de lucro das montadoras instaladas no Brasil é três vezes maior que nos EUA: no Brasil é de 10%, nos EUA é 3% e a média mundial é de 5%.A discussão deve continuar, enquanto houver tanta gordura pra queimar!


JOEL SILVEIRA LEITE, 58, é jornalista e diretor da agência AutoInforme

Campini


Proprietário QQ
Proprietário QQ
Nunca soube que existisse uma montadora ou empresa global que ao mesmo tempo fosse uma instituição beneficiente, todas tem fins lucrativos e só se dispõem a instalar filiais em países que lhes garantam lucros maiores que os seus países de orígem. Isto é certo e comprovado e não tem nada demais.
Errados são os governos que sacrificam as suas empresas nascentes em benefício das já muito bem estruturadas mas baseadas em outros países.
A rigor nós não temos nenhuma indústria automobilística brasileira, com exceção talvez da Agrale, que fabrica caminhões, mas que está sendo estrangulada pela concorrência predatória das montadoras globais financiadas e incentivadas até com dinheiro do FGTS dos seus próprios(da Agrale) empregados. É uma concorrência desleal e por mal dos pecados oficial.
O lucro das montadoras globais tem que ser bem alto para poder dar conta das incertezas e mudanças inesperadas tão comuns no nosso país, além do custo da corrupção sem a qual nada funciona e da burocracia sufocante como poucas cujo lubrificante todos sabem chama-se $$$$
Portanto não é atoa que os carros à venda no Brasil são mais caros, mas é bom lembrar que boa parte desse adicional fica mesmo por aqui, em geral em bolsos para lá de escusos. Lembram onde é que PC Farias ia buscar dinheiro quando precisava comprar a consciência de algum parlamentar? Aposto que os PC Farias atuais vão busca-lo nos mesmos lugares.

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